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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Depois da escolinha!

A rotina de Raquel desde que começou na escolinha mudou bastante. Geralmente acordamos ela bem cedinho, damos o mamazinho e ela saí com o papai para a escolinha.

O desfralde
Agora ela está na fase de retirada da fralda. Apesar de Raquel ser grande, ela está sim na idade correta para a retirada da fralda. Segundo os pediatras, poderíamos esperar até mais um pouco. Mas justamente pelo fato dela ser bem maior que a média das crianças, optamos por começar antes, pois confesso, que senti um certo medo de não conseguir encontrar fraldas maiores para ela. Ela está usando a XXG. Até onde eu pesquisei, é o tamanho máximo das nossas marcas. Com a ajuda da escolinha, ela tem ido super bem. Há umas três semanas atrás, ela fazia xixi toda hora na calça. Só avisava depois de ter feito. Agora, super faz direitinho no troninho de música ou no vaso com adaptador. Ainda ficamos perguntamos se ela quer fazer xixi e em algumas vezes ela vai sozinha sem nos avisar. Na escola, além dela, as professoras estão fazendo o desfralde de mais 7 crianças, o que realmente facilita esse momento da Raquel. Segundo a professora, quando um dos colegas vai ao banheiro, todos os outros querem ir também. Sinto um certo receio de como vai ser com a chegada do irmão. Tenho dúvidas se ela vai querer voltar a usar fraldas como o bebezinho que vai chegar. Vamos esperar pra ver e torcer pra que esse processo de retirada continue acontecendo naturalmente bem.




O sono
Quando ela ficava em casa comigo, o soninho depois do almoço era sagrado. Dormia cerca de 3 horas direto. Na verdade, ainda agora, quando fica em casa com a gente ela dorme esse tanto mesmo. Na escola o sono dela é mais curto. Geralmente entre 1:30 e 2 horinhas de sono. O que também é um ótimo tempo, visto que ela não está no ambiente natural dela. Esse tempo bem dormido na escola reflete nos horários de sono dela em casa. Quando a soneca foi menor, ela aguenta ficar acordada até lá por 21 horas no máximo. Se é maior o tempo dormido  na escola, ela vai até umas 22 horas.
Os primeiros 45 dias de escola foram bem complicados com relação a essa adaptação do soninho dela. Como ela não conseguia dormir durante o dia, ela chegava em casa extremamente irritada. Só queria colo,  chorava por qualquer coisa, jogava as coisas no chão, não queria "mimi" mesmo estando com muito sono. Depois de um trabalho conjunto com as professoras, em que contamos nossa rotina para fazer Raquel dormir e também de adaptação da pequena ao espaço, ela conseguiu adquirir uma rotina tranquila de sono na escola e em casa.

A fome
Mesmo jantando na escolinha, lá pelas 16 horas, Raquel chega em casa com muita fome.  Ela saí correndo do carro, entra na sala, tira os sapatos e vai correndo literalmente para o cadeirão dela. Como já sei desse apetite pós aula da pequena, tento deixar o lanchinho já preparado no prato. E é sempre a mesma coisa. Senta e vai devorando tudo que está na frente. Ah, claro, geralmente antes de comer ela ainda canta "Meu lanchinho, meu lanchinho, vou comer...pra ficar fortinho e crescer...quem não come, quem não come, passal mal, passa mal..." isso tudo ela canta quase sem folego e bem rápido. Ela adora pão de queijo. Ontem quando ela chegou, o pão ainda estava terminando de assar, mas mesmo da porta ela já disse "hummmm, pão de queijo" e saiu correndo pro cadeirão. O duro foi fazer ela esperar com paciência o pão assar.

E essa é a rotina da nossa pequena que hoje está com 2 anos e 4 meses, prestes a receber daqui umas duas ou três semanas o irmãozinho Samuel.



segunda-feira, 28 de abril de 2014

35 semanas Com Samuel na barriga!

Ufá! Chegar ao final de uma gestação, sabendo que tudo correu bem e que logo estará com seu pequeno nos braços é realmente uma benção. Neste fim de um novo começo, a gente não sabe mais o que sentir. Não sei se reclamo das noites mal dormidas por não ter uma posição adequada ou se quero que o tempo passe lentamente só para ter a sensação de poder proteger o pequeno Samuel dentro da minha barriga.
Por opção, está será minha última gestação. Então, dá aquela vontade de aproveitar até o último minuto o bebezinho que cresce aqui dentro. Sentir as pontadas de dor fortes nas costelas e na parte de baixo da barriga, mesmo doloridas já me deixam certa saudade. Outro dia li em algum blog uma mãe falando de como ela gostava de aproveitar cada instante da filha, justamente por ter optado em não ter mais filhos. Dá vontade de agarrar o momento, ao mesmo tempo que a gente quer que ele passe voando.
Minha gestação, apesar de ter reclamado de dores todos os dias, hehehe, foi linda. Foi bom demais estar com o "zinho EL" na minha barriga e poder dividir esse momento além de com Jardel, com Raquel. Acho que se não tivesse ela pra curtir esse momento, não seria tão lindo como foi. Desde os primeiros instantes da descoberta. Foi triste tirar o peito da Raquel, pensando no futuro do Samuel e dela mesmo. Ver ela no começo estranhando essa história de irmãozinho na barriga. Foi lindo ver aos poucos os gestos de afeto dela para com o irmão ainda na barriga. Do nada, ela vem e diz "ah, zinho El, ah, ohhhh" dá uma beijinho "nhaaaa" e saí correndo brincar em outro lugar. É divertido ela dizer pra nós que tem "Zinho El" na barriga dela também, mas que na do papai não tem. Foi um caminho longo, entre ela querer o meu peito, colocar a boquinha nele e dizer "não quer mamãe" e eu perguntar "De quem é o mamazinho do peito da mamãe Raquel?" e ela dizer é da Quel... e hoje, pertinho da hora do Samuel nascer ela dizer "É do Zinho El". Tudo tão lindo.
Claro que sabemos que vamos enfrentar crises de ciúmes da pequena. Como já viemos encarando. O berço que ela nem dormia mais, agora montado no quarto do irmão, passou a ser algo interessante. Vira e mexe, lá está Raquel, dormindo com os bebês dentro do berço que segundo ela "Não cabe El, só Quel". Temos que várias vezes, dizer pra ela que mamãe não pode pegar ela no colo como antes, por causa da barriga. Ah, mas quem é que consegue de fato explicar pra ela isso. Ela quer colo e colo de pé. Não pode ser o colo do papai, tem de ser o colo de pé da mamãe. Vamos nos adaptando e tetando convencer ela que mesmo sentado, o colo é o mesmo.Agora estamos na fase, de dizer pra ela que logo mamãe vai ter que ir buscar o irmão pra trazer pra casa. Que ele vai sair da barriga da mamãe. E como sempre, criança nos pega... ela vem e nos diz "Da barriga da Quel também né mamãe?". Nem sei o que dizer pra explicar que só vai sair um bebê. hehe.
Foram 35 semanas até aqui. Muitas injeções de clexane diariamente. Muito paracetamol pra dores de cabeça, nas pernas e sei lá eu mais aonde. Mas foram os melhores dias das nossas vidas em família, não mais de três e sim de quatro integrantes.
Tudo que peço agora, é um bom parto e que nosso pequeno grande bebê, venha com muita saúde e nos traga tantas alegrias quanto a irmãzinha Quel.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A entrada na escolinha!

Quando a gente tem filhos, a responsabilidade das escolhas toma um peso ainda maior. Nada é tão simples. Tudo a gente pensa e repensa várias vezes. Sempre tem aquela pulguinha atrás da orelha que nos diz "Será que estamos fazendo a coisa certa?". Desde a escolha do pediatra até a hora de dizer um não aos pequenos. Tudo é grande!!! De uns dias para cá começamos a busca por uma escolinha para a pequena. Nada foi mais difícil do que essa escolha. Várias coisas em jogo. Além de querermos o melhor para nossa filha, tivemos que colocar na balança os valores.
A busca começou por uma escola que deixamos Raquel da outra vez que ela foi para a escola. Quando tinha seus 10 meses. Na nossa cabeça já era quase certo que Raquel ficaria lá. Perto de casa, com uma estrutura boa e com bons profissionais. Acontece que aumentaram em 60% o valor da mensalidade e taxas. Não deu para encarar. Sem condições. Fui pesquisar escolas que ficassem perto ou do meu ou do trabalho do Jardel. Assim, a pequena fica menos tempo no "almoxarifado", como chama nosso pediatra a escolinha, e passa mais tempo conosco. As do Centro, perto do meu trabalho, também estavam bem salgadas. 
Fui procurar as creches da prefeitura. Não tem vagas. Em uma delas nos disseram que estão dando preferência para os filhos de haitianos. 
Comecei a ligar para todas as escolinhas que ficassem no caminho ou perto do trabalho do Jardel. Encontrei de tudo! Em todos os sentidos. Fora o valor que oscilou bastante, as condições de "ensino" e estrutura física também eram bem distintas de um local para outro. O fato é que nenhuma delas nos agradava 100%. Sempre tinha algo que não batia com o que procuramos. Em uma era a pedagogia adotada, em outra o número excessivo de crianças por turma e o baixo número de profissionais cuidando de tanta criança, em outra era a falta de verde e o concreto em abundância, tinha as que não ofereciam condições de segurança e higiene. Teve uma que tinha um escorregador de uns 5 metros de altura. Sério, era enorme, e sem proteções em cima ou dos lados dele. Já fiquei imaginando Raquel pulando daquilo. 
A nossa escolha foi motivada por alguns aspectos: um gramado gigante pra Raquel brincar, um espaço de areia, uma horta, uma quadra, banheiros dentro das salinhas para ajudar no desfralde, as crianças e as professoras não entram com o mesmo sapato que estavam na rua dentro das salas de aula, o refeitório é amplo e bem arejado, as salas são arejadas, colocaram Raquel numa turma mais condizente com a idade dela, o preço está um pouco mais barato do que a média e fica perto do trabalho. 
Feita a escolha chegou o dia de levarmos  ela para a escola. Ela ficou numa boa. Nem deu bola pra eu indo embora. Ficou brava quando fomos buscar ela. Não queria vir. Acho que a adaptação serve mais para as mães. Foram dois anos só cuidando da pequena. Dedicação integral. Amor integral. Experiências lindas, vividas diariamente. De repente, me vejo tendo que matar tempo pra ir buscar Raquel na escola. Muito estranho. Sabemos que vai ser uma fase linda pra Raquel. Momento de ter contato com um mundo novo, com pessoas diferentes. Momento de eu me preparar para receber mais um bebê e me adaptar a não estar todo tempo do lado da bonequinha.







quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Raquel Vai ter um irmãozinho!

Nossa pequena princesa vai ter um irmãozinho! Faz um certo tempo que descobrimos a novidade, mas decidimos ficar quietinhos até o momento de descobrir qual o sexo do bebê. è um menino! Vamos ter o que a maioria dos casais tanto almeja: um casal.

Essa segunda gestação tem sido bem diferente da da Raquel. Até agora não engordei muito. Acho que 1 quilo por mês. Tive muitos enjoos no começo e terríveis dores de cabeça. Com Raquel também passava um pouquinho mal, mas nada comparado com agora.

Como tive trombose lá atrás, tenho que tomar as benditas injeções de clexane na barriga todas as noites. Nada que me deixou desanimada. Como já passamos por essa mesma situação antes, agora temos tirado de letra. Claro que ficar indo em infinitas consultas com médicos diferentes é um saco. Ainda mais que agora, temos o lance da Raquel. Não dá pra ficar levando ela junto em todas as consultas. Tem sido um pouco mais difícil de ir em tanto lugar por causa disso.

Hoje estou com 19 semanas. Gravidez evoluindo de vento em poupa. Muito rápido. Não sei se antes eu não tinha atividades o dia todo, cuidando da Raquel, mas agora realmente o tempo tem voado.

É bem legal falar do bebezinho com a Raquel. Ela faz um biquinho, e passa a mãozinha na barriga dizendo "Ownnn, bebê, bebê" e dá um beijinho e sai. Coisa mais amada de ver.Outras vezes se perguntamos do bebezinho pra ela, ela ergue a blusa dela e mostra na barriga dela.

Ainda não decidimos o nome. Se fosse menina seria Sarah. Mas menino, não chegamos a um acordo ainda. Gostamos de alguns nomes, mas tem sido bem complicado chegar a um acordo.

Bebezão, segundo a médico, vai ser grande como Raquel, já ganhou umas roupinhas fofas. Tudo azul! Ganhou tênis da titia Midori, macacão da Yana e um conjuntinho da Amarilys.  RTudo bem fofo, que nos dá aquela real sensação que em breve teremos bebê novinho em casa.

As mudanças na casa já começaram. Mas isso é assunto pra outro post.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Ela já sabe!!!!

Aqui em casa sempre nos preocupamos com os lances relacionados a segurança da Raquel. Tem redes de proteção, protetores nas quinas, trancas de armários e portõezinhos. 

Nossa pequena grande bebê é muito alta! Tem 95 cm com 1 ano e 10 meses! Isso significa que apesar da altura ela é um bebezinho ainda. Não entende certas coisas. Entre elas as de que as coisas são perigosas. Ela escala móveis com uma facilidade incrível. Então, nada de banquinhos nos andares de cima da casa. Ontem peguei a Raquel tentando escalar o portão que fica no ático. Colocou uma almofada na frente do portão e tentava escalar o mesmo com os pés. UM PERIGO!

Agora vemos a cena mais temida pela gente. Ela simplesmente aprendeu a abrir os portões que ficam no meio da casa. Abriu e desceu as escadas numa boa. Quando achamos que vamos ter um tempinho pra respirar tranquilos, eis que nossa serelepe nos mostra que está voltando enquanto estamos indo. 
Sorte que esse portão tem uma trava do lado que ela por enquanto não consegue acessar.

Ontem fomos em um restaurante. Raquel dormia no carrinho. Quase com metade do corpo pra fora, devido ao seu tamanho. O garçom riu quando dissemos que estávamos com o bebê. "Bebê? Ah tá, ela tem o tamanho que eu tinha com sete anos". Falei a idade dela e ele continuou não acreditando. Só se deu por vencido quando perguntei se ele queria ver o rg da Raquel. Imagina com 13 anos?



domingo, 27 de outubro de 2013

O que gosta em Outubro de 2013

Rabanete
Chocolate, principalmente quando acha aquele que fica escondido lá no fundo do armário.
Bolas!!! Também chamadas por ela de GOL!
Pular na cama.
Montar lego.
Dar abraço e beijinho na mamãe.
Se jogar no chão.
Tirar o sapato e entrar na caixa de areia da casa do vovô.
Tirar o sapato e andar pela casa.
Dar comida pro Au-au da casa do vovô.
Ir ao parquinho.
Tomar todinho e iogurte de canudinho.
Andar no cavalinho que ela ganhou da tia Nésia.
Brincar com a Vivi.
Ir passear com a mamãe na rua.
O vestido do Patati Patata que ganhou da Vovó Maira.
Assistir Pocoyo e Peppa.
Brincar na água.
Tirar tudo de dentro dos armários.
Subir em tudo que for possível.
Ver o papai chegar!
Pular do sofá no colchão no chão.
Outras crianças.
Falar "ACHO! ACHI!"


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

buuuuuuuuuuuu!!!!!

Raquel anda cada dia mais interativa! Adora uma brincadeira.
Agora a mania da vez é o famoso "BUUUUU". Ela vê você e fala "Buuuuu" juntamente com as mãozinhas em posição de quem dá aquele susto. Ela adora ver a reação de "assustado" da gente!!!
Outra brincadeira da vez é o pula pula. Aqui em casa temos vários colchões espalhados estrategicamente pela casa. perto do sofá tem dois. Ela sobe no sofá e se joga com tudo nos colchões... dá um pulo daqueles e caí de bundinha no chão.
Ela continua se aventurando coisas acima. Essa semana olhei pro lado e eis que Raquel estava em cima de um balcão que temos no ático. O móvel é bem alto. Mas lá estava a pequena sentada como índio, bem na dela. Ela pegou o balde em que guardamos os brinquedos, virou e subiu nele para conseguir chegar ao seu objetivo. (Isso me lembrou de uma vez que eu tinha uns 6 anos e pra subir no sótão de casa, fui encostando um monte de móveis, formando uma espécie de escada... subi no sótão, fiz bagunça e na hora de descer... bem, pra descer todo santo ajuda...hehehe... sei que me desequilibrei, caí em uma banqueta que virou e... bem, tinha um parafuso pontudo enorme nessa banqueta... resultado: um corte gigante na minha perna e uma cicatriz bem grande que tenho até hoje).
Quando Jardel vai trabalhar a pequena agora deu pra ficar chorando. Lá pelo final do dia, acho que ela começa a sentir mais falta dele e começa a chamar "pai, pai, papai".
Ah, o quarto que deixamos ela riscar, está com as paredes completamente tomadas de "desenhos da bebê". Adivinhem? Eis que a pequena já conseguiu riscar algumas outras paredes da casa. Ela fica esperando nosso momento de distração pra atacar uma parede nova.
Faz 1 mês e meio que colocamos o leite na alimentação dela. Parece que está reagindo bem. Levamos em uma alergologista, imunologista e vamos fazer aluns exames para saber como de fato anda a história da alergia e da imunidade da mocinha.
A vida segue, e Raquelzinha cada dia mais independente e esperta!